Música clássica e Hip-hop estiveram bem “na boa”
Divertida e brincando com os instrumentos, a OCM demonstrou que a música clássica não tem idade e consegue ser muito jovem. E os Da Weasel, com os seus temas tão acarinhados pela malta jovem, renderam-se aos acordes da OCM. O encerramento da Temporada da Música da Orquestra Clássica da Madeira, foi “em grande estilo”, tendo este sido mais um momento marcante das comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal.
Divertida e brincando com os instrumentos, a OCM demonstrou que a música clássica não tem idade e consegue ser muito jovem. E os Da Weasel, com os seus temas tão acarinhados pela malta jovem, renderam-se aos acordes da OCM. O encerramento da Temporada da Música da Orquestra Clássica da Madeira, foi “em grande estilo”, tendo este sido mais um momento marcante das comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal.
As expectativas estavam bem altas. Um grupo de hip-hop, com uma linguagem forte e habitualmente “susceptível de ferir sensibilidades”, uniu-se aos sons de uma Orquestra Clássica. Os Da Weasel e a Orquestra Clássica da Madeira uniram-se na perfeição. Foi um “casamento” perfeito. Dizem que os apostos atraem-se ou complementam-se. Ontem, o último concerto da Temporada da Música da Orquestra Clássica da Madeira foi um bom exemplo disso mesmo. A aposta estava ganha e foi presenciada por vários milhares de pessoas. O espaço voltou a revelar-se pequeno para a quantidade de pessoas que foram atraídas para este concerto, integrado nas comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal.
Divertida e brincando com os instrumentos, a OCM demonstrou que a música clássica não tem idade e consegue ser muito jovem. E os Da Weasel, com os seus temas tão acarinhados pela malta jovem renderam-se aos acordes da OCM. Grandioso. O respeito e cumplicidade entre os grupos foi acompanhado pelo público que começou a se “arrumar” no Largo do Município desde as 19 horas, pelo que o JM pôde constatar.
Temas como “Força” e “Duia” marcaram os artistas. Os arranjos dos instrumentos foram perfeitos para a música e para as vozes dos Da Weasel.
Pac Man demonstrou a sua simpatia e magnetismo em palco, falando com os madeirenses, e os sons eléctricos criados pelos restantes elementos do grupo de hip-hop mais falado da actualidade musical portuguesa estiveram numa consonância surpreendente com os instrumentos clássicos.
Das várias músicas que foram interpretadas, refira-se que a Orquestra Clássica procedeu ao “aquecimento” do público, com a introdução ao som de “Chicago”. Com os Da Weasel, ouvimos “GTA”, “Paixão”, “Verbo, “Essência, Força”, “Re-Tratamento”, “Toda a Gente”, “Outro Nível”, “Bomboca”, “Loja” e o “estridente “Tás na Boa, para além de “Serviço” e “Dedicado”. Mas foi com o “Tás na Boa” que a Orquestra surpreendeu o público. Todos os elementos levantaram-se e dançaram hip-hop, impondo cartazes com desenhos de mãos e um outro que dizia “Yo!”. Aqueles “clássicos” provaram que estavam mesmo na boa!
No início, e enquanto a OCM tocava “Chicago”, as pessoas já chamavam pelos Da Weasel, mas acarinhavam imenso os elementos da orquestra. A entrada de Rui Massena, o maestro, foi muito aplaudida. O público estava, de facto, muito curioso com o que iria sair dali.
Com a entrada dos Da Weasel, o barulho subiu de som. Tornou-se ensurdecedor. “GTA” foi o primeiro tema tocado. Espectacular… “Agora e para todo o sempre “Paixão”, desejou e cantou Pac Man. Chegou a hora de relaxar. O cantor acendeu um cigarro, (a música seguinte assim o pedia).
A meio da canção, “apaga o cigarro”, cantou e executou Pacman.
Momentos depois, virou-se para o maestro e, melodioso, quis saber: “Massena, Orquestra… Ready? Set? Go!” Muita luz “brincava” no palco”, a Orquestra “rebentou” com as guitarras eléctricas dos Da Weasel. Muita loucura! (E assim continuou o espectáculo…)
Divertida e brincando com os instrumentos, a OCM demonstrou que a música clássica não tem idade e consegue ser muito jovem. E os Da Weasel, com os seus temas tão acarinhados pela malta jovem renderam-se aos acordes da OCM. Grandioso. O respeito e cumplicidade entre os grupos foi acompanhado pelo público que começou a se “arrumar” no Largo do Município desde as 19 horas, pelo que o JM pôde constatar.
Temas como “Força” e “Duia” marcaram os artistas. Os arranjos dos instrumentos foram perfeitos para a música e para as vozes dos Da Weasel.
Pac Man demonstrou a sua simpatia e magnetismo em palco, falando com os madeirenses, e os sons eléctricos criados pelos restantes elementos do grupo de hip-hop mais falado da actualidade musical portuguesa estiveram numa consonância surpreendente com os instrumentos clássicos.
Das várias músicas que foram interpretadas, refira-se que a Orquestra Clássica procedeu ao “aquecimento” do público, com a introdução ao som de “Chicago”. Com os Da Weasel, ouvimos “GTA”, “Paixão”, “Verbo, “Essência, Força”, “Re-Tratamento”, “Toda a Gente”, “Outro Nível”, “Bomboca”, “Loja” e o “estridente “Tás na Boa, para além de “Serviço” e “Dedicado”. Mas foi com o “Tás na Boa” que a Orquestra surpreendeu o público. Todos os elementos levantaram-se e dançaram hip-hop, impondo cartazes com desenhos de mãos e um outro que dizia “Yo!”. Aqueles “clássicos” provaram que estavam mesmo na boa!
No início, e enquanto a OCM tocava “Chicago”, as pessoas já chamavam pelos Da Weasel, mas acarinhavam imenso os elementos da orquestra. A entrada de Rui Massena, o maestro, foi muito aplaudida. O público estava, de facto, muito curioso com o que iria sair dali.
Com a entrada dos Da Weasel, o barulho subiu de som. Tornou-se ensurdecedor. “GTA” foi o primeiro tema tocado. Espectacular… “Agora e para todo o sempre “Paixão”, desejou e cantou Pac Man. Chegou a hora de relaxar. O cantor acendeu um cigarro, (a música seguinte assim o pedia).
A meio da canção, “apaga o cigarro”, cantou e executou Pacman.
Momentos depois, virou-se para o maestro e, melodioso, quis saber: “Massena, Orquestra… Ready? Set? Go!” Muita luz “brincava” no palco”, a Orquestra “rebentou” com as guitarras eléctricas dos Da Weasel. Muita loucura! (E assim continuou o espectáculo…)